Ai, ai….cada vez mais complicado

Avizinha-se o quinto ano, e já andamos em reuniões para preparar o seu ingresso em Setembro. As acessibilidades, o esquema de funcionamento, a adaptação dos materiais…

O Agrupamento onde está- António Augusto Louro,  e onde ficará, é só o que menos auxiliares tem em toda a margem sul. Ninguém me garante que, em Setembro, terão condições para ele e se terão uma auxiliar disponível para o alimentar e levar à casa de banho. Prometeram todos colaborar e acreditei em todas as boas intenções. Gostava que ele ali ficasse pois todos os seus amigos, desde a atual escola, como do colégio onde andou e os meninos da catequese, estarão todos lá.

Para já uma garantia: o CAF que existe, atualmente, (leia-se apoio à família), não vai apoiar o JP, porque não tem condições para isso. Portanto,  nas tardes e nas manhãs e todas as horas que não terá aulas, eu terei de resolver o assunto. Descriminação? Sim.

Como sempre, eu terei de  resolver…como ? Não sei. 
Transporte ? 
A câmara do Seixal deixará de transportar porque o transporte está velho, não vai comprar outra carrinha e deixará de transportar crianças. 
O transporte escolar do ministério só transporta os meninos da unidade de multideficiência. Ele não está contemplado.
Mais cartinha para o ministério…mais lutas e aborrecimentos. Horas perdidas, nervos e ansiedades. Enfim, sinto-me já cansada, mas tenho de arrebitar e arranjar forças para lutar.
Lutas e mais lutas…mais uma vez a mãe mais chata e a pedra no sapato das direções das escolas.
Vou olhar para ele, abraçá-lo e arranjar as ditas forças. Baixar os braços é que não posso.

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