Carta para o meu filho
Filho, a tua importância na nossa vida é tanta que parece que estás connosco desde sempre… e por isso dou comigo a pensar …só existes há 3 anos?Outras vezes penso: Já 3 anos?
Posso dizer que fizeste de mim uma pessoa muito melhor. Passei a dar valor a pequenas coisas como um abraço, um olhar, um beijo, um carinho.
O meu pensamento por vezes vagueia e penso que quero viver muitos e muitos anos para que possamos ser mãe e filho para sempre.
Porque sei o que é não ter mãe, horroriza-me pensar que poderás ficar sem mim.
Este pequeno “diário” permitir-te-ia saber o quanto foste amado pela tua mãe de quem não te lembrarias…
JP, os teus pais amam-te mais que tudo na vida!
Sabemos o quanto a vida ainda te reserva em alegrias… e em problemas.
Mas o mais importante é perceberes que esta vida, vive-se…saboreando um dia… de cada vez.
6 comments
GE
Janeiro 14, 2008 at 9:28 am
Exatamente, um dia de cada vez… e agradacendo sempre os que se têm, porque geralmente só damos valor qd perdemos..
Bjinhos
Mae Frenética
Janeiro 14, 2008 at 12:35 pm
Que bonito…
Que sorte a do JP. 🙂
LOBITAS
Janeiro 14, 2008 at 3:24 pm
E JP, atrevo-me a acrescentar a tua mãe é uma super-mãe, uma pessoa cheia de amor e carinho para te dar e com um coração muito grande e muito amigo sempre atenta aqueles que a rodeiam.
E JP as lobitas mandam-te um grande grande beijinho com muita ternura para ti e para os teus pais.
Tudo de bom
Alcateia
Cristina
Janeiro 15, 2008 at 11:26 am
E a sorte que tem em ter uns pais que não desistem, que lhe dão tantos estímulos. Sabes, costumo falar muito em vocês aos meus amigos. São uma referência!
Bjos
Cristina
Maria Romeiras
Janeiro 16, 2008 at 2:05 pm
Uma história de amor, uma carta de amor, três anos de felicidade. A felicidade que se encontra no bom que se tem, nos pequenos/grandes tesouros dos nossos dias. Parabéns, JP.
Principezinho
Janeiro 18, 2008 at 10:44 pm
E é mesmo um dia de cada vez que vivemos também nós, deste lado de cá da margem… sempre sem certezas do dia de amanhã, mas com a única certeza que podemos ter neste momento: O AMOR. E é também isto que nos une como mães, não é?!