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Tudo acontece por uma boa razão
Ler mais...Eis uma história inspiradora: Era uma vez um velho que vivia numa aldeia. Este velho tinha um filho que tinha partido para o estrangeiro à procura de uma melhor vida. Os seus vizinhos supunham que o velho ficaria triste com a partida do filho, mas ele nunca expressava sentimentos de tristeza ou solidão relativamente a essa situação. Um belo dia, o filho do velho voltou a casa. Os aldeãos vieram…
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Contando os dias
Ler mais...Para poder trazer o equipamento de acesso ao computador, por olhar para nossa casa. Por agora será ainda cedido pelo hospital até a escola atribuir-lhe um. Ele já teve treino de acesso por olhar, anteriormente, mas era um outro sistema. O varrimento este ano ainda correu muito bem, pois os meninos ainda eram lentos e o JP não se atrasava em relação a eles. Mas eu acho que sou eu…
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Estava longe de imaginar
Ler mais...Que no dia que colocava um post sobre conversas, teria de ter uma das mais sérias conversas com o JP, da sua curta vida. A sua bisavó paterna, com 93 ou 94 anos, estava gravemente doente, há algum tempo. Ela vivia perto da Serra da Estrela e estivemos, a última vez , com ela há cerca de 1 ano. O JP era muito afeiçoado aquela velhinha. E ela a ele.…
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É pena
Ler mais...às vezes verificar que as pessoas se levam muito a sério, remoendo situações, ficando cheias de sentimentos negativos que transmitem para todos e até para os filhos. Tento sempre que o JP não seja assim e que o Rafael também não. Nós não damos demasiada importância ao que realmente não tem. Perdoamos e tentamos não nos encher de quaisquer sentimentos de ofensa. Quem nos aprecia, quem nos quer, realmente aparece,…
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Conversas
Ler mais...Rafael com 8 meses… Pouco depois de me saber grávida do Rafael, senti necessidade de falar e explicar-lhe o mundo para onde ele vinha. Ninguém sabe se os fetos ouvem tão cedo e, muito menos, se percebem, mas, instintivamente, eu gostava de o fazer. Às vezes, sozinha, em casa, falava-lhe dos meus sentimentos. Falava do pai, do mano, de mim… Quando precisava de descansar, dizia “precisamos de descansar”. Outras vezes,…
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O Blogue
Ler mais...Não me lembro de outro ano tão intenso na blogosfera como 2005/2006. Os blogues eram ainda um pouco novidade. E andava toda a gente a aderir. Eu lia alguns babyblogues. E o JP entretanto nasceu. Os primeiros meses foram muito absorventes. Um ano depois, numa busca acerca de tratamentos nos estados unidos (therasuit), conheci uma amiga, pela internet, cujo filho tinha, também, paralisia cerebral. Foi a primeira pessoa com quem…