15 felizes anos

Hoje não escrevo sobre o JP. Ele está bem. De manhã teve fisioterapia e consulta de pediatria atrasada dos 18 meses. A maior preocupação continua a ser o peso, ainda não tem 10 kg. Mas está a crescer bem e está alto. A pediatra gostou de vê-lo. Muito! Ela é uma pessoa adorável e aperta-me sempre a mão com as duas mãos dela e beija-me com ternura. É uma boa médica e uma pessoa sensível e doce.
Mas hoje é o dia dos papás. Faz 15 anos que o papá e a mamã se beijaram pela primeira vez e iniciaram uma relação que naquela altura (eu tinha 17 anos) nem sabíamos onde iria chegar. Engraçado ter dito a uma amiga que tinha estado com um rapaz e “que sabia que ia namorar muito tempo com ele”. Conhecia-o muito recentemente. E ela respondeu-me:  “Oh, sabes lá!” E eu só respondi: “Sei!

Sempre disse que foi amor à primeira vista. O mesmo disse ele. Mas a verdade sei-a agora, foi uma grande paixão à primeira vista, muito forte, muito intensa, muito exagerada, muito infantil. Mas não era ainda amor. O amor veio alguns meses mais tarde e depois desta grande caminhada de anos, onde temos recordações fantásticas de viagens, aventuras, loucuras, surgiu o fruto pensado do nosso amor: o JP.

Aí, confirmei que sabia quem o pai era. 
Porque já não era tudo só rosas, mas ficamos sempre unidos. Unidos tanto pelas alegrias que ele nos dá, como pelo sofrimento que vivenciámos…
E o nosso amor cresceu, cresceu…
É tão bom estar casada há quase há seis anos. Se não fosse ele, eu também não era quem sou e não teria esta força. Amo-o e tenho tanta sorte. Porque também sou amada. Parabéns para nós! Hoje ó dia é nosso.
JP… vais jantar a casa da vovó!

Esta flor é para ti, meu amor!

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